O Olimpo

Figura11Na mitologia grega, o Monte Olimpo é a morada dos Doze Deuses do Olimpo, os principais deuses do panteão grego. Os gregos o pensavam, como uma mansão de cristais, onde os deuses habitavam.

Sabe-se, também, que, quando Gaia deu origem aos Titãs, eles fizeram das montanhas gregas, inclusive do Monte Olimpo, seus tronos, pois eram tão grandes que mal cabiam na crosta terrestre.

O Monte Olimpo é a mais alta montanha da Grécia, com 2.919 metros de altura, uma das mais altas montanhas da Europa, em altitude absoluta da base até o topo.

No Olimpo, os deuses passavam o tempo em maravilhosos palácios, eternamente em festa.

Comiam a ambrósia e bebiam o néctar, alimentos exclusivamente divinos, ao som da lira de Apolo e do canto e dança das Musas.

Zeus era o chefe absoluto de todos.

A esplendorosa corte dos deuses ficava no alto dos picos do Olimpo, um monte majestoso como uma fortaleza. 

Os palácios eram de puro ouro, imponentes, radiantes e luminosos como os próprios deuses.

moirasLogo na entrada, ficavam as 3 lindas Horas.  Tinham o encargo de afastar as nuvens, para que o céu brilhasse sempre.  O sol iluminava os palácios com sua luz puríssima e nenhuma luz jamais lhe fazia sombra.  Quando os deuses saíam, as Horas escondiam os palácios com um véu de nuvens, mas, assim que eles voltavam, as 3 afugentavam as nuvens para que tudo voltasse ao brilho anterior.

Na morada dos deuses, jamais chovia nem soprava vento.  O clima era perfeito: nem frio nem quente demais.  Os deuses desfrutavam da alegria da eterna juventude porque jamais envelheciam. 

 

 

 

ThreeGracesJamesPradierAs graciosas Graças e as Musas os alegravam com suas danças e canções.  Dando-se as mãos, elas dançavam e cantavam tão harmoniosamente, que os deuses entravam em transe, fascinados pela beleza do espetáculo.  

Também vivia no Olimpo, uma generosa deusa que distribuía apenas boas coisas entre os homens.  Era a deusa da felicidade e das riquezas, a Fortuna.  Seu instrumento mágico era a cornucópia.  Passeando pelo mundo, a Fortuna ia despejando sobre os homens, os ricos benefícios que saíam da cornucópia.  Essa deusa andava sempre com os olhos vendados para poder despejar os benefícios ao acaso.  Às vezes, eles favoreciam um homem justo: de outra, favoreciam o injusto.  Certas ocasiões, quem os colhia era o trabalhador; de outras, o preguiçoso era quem tirava proveito. 

Quem conseguisse cruzar os caminhos da deusa, podia considerar-se uma pessoa de sorte, pois a Fortuna fatalmente lhe despejaria os mil benefícios que saíam de sua cornucópia.

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